QUAL O IMPACTO DE SER UMA PESSOA SEM PLANEJAMENTO??? VALE A PENA INVESTIR EM SER ASSIM?

QUAL O IMPACTO DE SER UMA PESSOA SEM PLANEJAMENTO??? VALE A PENA INVESTIR EM SER ASSIM?

Hoje eu separei para dar sequência na nossa conversa a seguinte reflexão: qual o impacto de ser uma pessoa sem planejamento?  Vale a pena investir em ser assim?

Você já se fez esta pergunta em algum momento? Já conseguiu identificar impactos significativos por não ser uma pessoa planejada, organizada minimamente no seu dia a dia?

O SUFICIENTE PARA…

Para nosso papo de hoje, não vou levar em conta referencial de pessoas extremamente organizadas e planejadas, porque a ideia é termos como referência um perfil de pessoa minimamente organizada para lidar com seu trabalho, compromissos pessoais e profissionais. Ou seja, aquele perfil que, se não fazemos este “o suficiente para a sobrevivência”, entra em estado de caos.

Pois bem, quando falamos de alguém minimamente organizado, levamos em conta alguns pontos:

  • Uma pessoa que, ao receber um contato de um cliente via e-mail, telefone, ou rede social, retorna o cliente dentre de 24h a 48hs (estou sendo beeeemmmmm generosa, tá?)
  • Uma pessoa que ao fechar um compromisso profissional, coloca na sua agenda e 1 semana antes costuma confirmar o compromisso, endereço, horário, e itens necessários ao compromisso (pauta de reunião, equipamentos, ferramentas, material didático, etc.)
  • Uma pessoa que costuma ou anotar num caderno, agenda, ou mesmo salvar na sua agenda do celular, cada compromisso que feche, para não correr o risco de esquecer e deixar alguém na mão.
  • Uma pessoa que pode até não ter um plano de metas para daqui a 5, 10, ou 15 anos, mas consegue visualizar o que quer, nem que seja 1 único objetivo para cumprir no seu ano que inicia.
  • Uma pessoa que consegue saber exatamente o que precisa fazer, resolver, focar durante a próxima semana que se iniciará amanhã, e consegue listar, no mínimo 3 tarefas ou compromissos por dia para dar conta.

Eu poderia listar muitos outros critérios mínimos de uma vida organizada para sobrevivência ao dia a dia pautada na filosofia “o suficiente para”. Mas resolvi listar apenas estes como ponto de partida da nossa conversa.

IMPACTOS

Gambiarra = entregue o que precisa a qualquer custo

E quais são os impactos de não se ter uma vida minimamente organizada? Falando primeiramente de aspectos pessoais, vou listar alguns impactos que são muito significativos para quem vive sua vida plenamente sob a filosofia “deixa a vida me levar”:

  1. Vida sem sentido: se você não tem pelo menos 1 sonho, 1 única meta de vida, ou seja, se você não consegue dizer para si mesmo “cara, eu quero ser/ter… daqui a x tempo e tenho e poder levar uma vida y a partir daí”, é bem provável que você sinta que sua vida não tem um sentido específico. É como alguém que vai para o trabalho todos os dias, volta para casa e simplesmente vive nesta repetição de dias e do esquema casa x trabalho, mas quando você questiona ela “ e aí, qual seu grande sonho a partir do que tem feito hoje? ”. Ela não tem uma resposta e percebe-se no vazio da repetição dos seus dias. Daí termina com a seguinte pergunta o seu dia “para que exatamente eu faço tudo isso? ”
  2. Sua agenda não lhe pertence: se você não tem uma meta de vida, ou, como pontuei lá em cima, pelo menos 1 meta para seu ano e minimamente foco para o que realizar durante a semana que inicia, simplesmente a sua agenda não lhe pertence. O que isso quer dizer? Significa que seus compromissos passam a ser pautados nas necessidades e compromissos de outras pessoas que envolvem você porque elas sabem que precisam da sua entrega/conhecimento/competência. Elas sabem o que querem e direcionam suas agendas para realizar o que querem. Mas se você não tem noção do que pretende ou busca para si, seus compromissos serão uma sequência de atividades geradas por outras pessoas que te incluíram na agenda delas, não o contrário. O resultado: viver uma vida não exatamente sua e para você mesmo.
  3. Confiar na sua “memória RAM” e no seu “HD”: se de repente você não costuma agendar seus compromissos, colocar pelo menos lembretes ou alarmes, significa que você confia na sua “memória RAM” e no seu “HD”. E qual o risco? Esquecer. E qual o impacto? Esquecer de verificar e responder e-mails importantes, não comparecer em reuniões importantes, não pagar as contas em dia, não fechar negócios interessantes, não aproveitar oportunidades para economizar e/ou ganhar dinheiro, perder um trabalho que seria muito interessante pessoal e profissionalmente.
  4. Perder a credibilidade: se você é uma pessoa que não cuida minimamente da sua agenda, de ter suas contas em dia, em ser pontual, em comparecer efetivamente aos compromissos, não tem uma agenda com atividades e tarefas suas e não dos outros, não tem um plano para que sua vida faça sentido, qual o impacto disso? Perda de credibilidade perante outras pessoas. Ué, mas por que? É simples, pergunte-se: você compraria um produto ou serviço na mão de alguém que não tivesse uma loja ou um site bem apresentados, que se atrasa demasiadamente numa reunião de apresentação dos produtos/serviços, que não te atendesse bem ao telefone, que não respondesse aos seus e-mails e mensagens com rapidez, que esquecesse de te posicionar status da sua solicitação e que não entregasse o que você quer no prazo?

Se você responder estes itens como “Não”, parta para a segunda pergunta: “ e eu? Tenho uma apresentação legal dos meus produtos/serviços? Costumo cumprir meus compromissos pontualmente? Costumo estar devidamente preparado para atender meus clientes? Estipulo prazos viáveis para realizar meu trabalho e entregar dentro do combinado para o meu cliente? Sei tratar bem ele, me preocupo em sinalizar status das minhas entregas? Respondo ele com prontidão, agilidade e atenciosamente? ”. Enfim, estas perguntas já te ajudarão a sinalizar que você precisa fazer alguma coisa não só pelo seu cliente, mas especialmente por você mesmo e parar de dar o tiro no próprio pé

  1. Perder dinheiro: se você não planeja o que fazer, como fazer, quando fazer, por que fazer as coisas, você certamente gastará mais, não aproveitará oportunidades para economizar e ainda gastará o que não tem na ilusão de “viver o presente intensamente”

Bom, vou ficar por aqui, porque estes 5 impactos já são razoavelmente “densos” para refletir por hoje fazer você buscar dar aquela volta por cima que eu adoro ver você fazer por si mesmo! Sim, não é para mim, nem para seus familiares, amigos, parceiros. É para VOCÊ MESMO! Para que possa ter uma vida com sentido, fazendo coisas que goste, gastar sua grana com coisas que te deixem feliz, atrair clientes que adorem o que você faz e possam sempre confiar em você e nas suas entregas, para você viajar e desfrutar da sua vida com plenitude e realização. Lembre-se: FAÇA POR VOCÊ MESMO. O resto, é uma consequência.

Qual a Diferença entre quem Realiza e quem Não Realiza?

Qual a Diferença entre quem Realiza e quem Não Realiza?

Mas…qual a diferença entre quem realiza e quem não realiza???

Continuando a minha conversa com você iniciada domingo passado, hoje quero propor um exercício: a partir das informações que seguem, responda: Qual o é seu perfil? Realizador ou Procrastinador?

Pessoas Realizadoras

Pessoas realizadoras se diferem de outras que não realizam porque o seu mental está preparado para realizar e, quando não conseguem, elas não ficam se lamuriando, chorando e jogada às traças, autodetonando sua autoestima. Em hipótese alguma elas fazem isso. Ao contrário, permitem-se parar e avaliar o todo, tanto as vitórias quanto as derrotas e, acima de tudo, perguntam-se: “QUAIS APRENDIZADOS EU TENHO COM ESTES RESULTADOS?”.

Sim, quando temos clareza de tudo isso, temos condições de continuar caminhando rumo aos nossos objetivos de vida e de carreira, sem perder o foco, fazendo os ajustes em tudo o que for necessário para realizá-los: investimentos, tempo, dedicação, pessoas envolvidas, conhecimento técnico, mudanças comportamentais, criação de novas estratégias etc.

Pessoas Não Realizadoras

As pessoas não realizadoras, diante de uma derrota, paralisam seu poder de ação. Isso ocorre porque dão ouvidos àquela avalanche de pensamentos autodestrutivos aos quais se permitem dar voz e atenção, assumindo-os como verdades absolutas: “Tá vendo? Eu disse que não conseguia”; “Não falei? Pra que emagrecer se vou engordar tudo de novo?”; “Viu? Pra que planejar se não vou entregar, se não vou cumprir o prazo mesmo, se sei que não sou capaz?”. E daí seguem anos a fio adiando seus sonhos, projetos e se sentido cada vez mais frustrado e incapaz de realizar o que quer.

Beleza. Diante dessas informações, agora você consegue responder qual é o seu perfil? Realizador ou Procrastinador?

Você se lembra de que na semana passada falei que não adiantava ter uma lista gigante de metas a cumprir no ano se estiver mantendo um mindset de pessoa não realizadora, de procrastinadora? Pois bem, hoje proponho que você reflita e transforme-se para ser um realizador. Comece nem que seja uma meta por vez. COMECE, porque FEITO É MELHOR QUE PERFEITO e nunca entregue.

Amigo(a), eu quero muito que você resgate o seu PODER DE AÇÃO. Torço verdadeiramente para você esteja em transição de mindset ou já praticando seu novo modelo mental. Mas isso só é possível se você quiser muito, mas muito mesmo, ao ponto de, quando for megadifícil, perceba que é mais importante insistir porque sofre mais ficando no mesmo lugar do que mudando 1% do que ainda tem pela frente a trabalhar para melhorar seus resultados. E, como já disse a você, 1% de feito é incrivelmente melhor do que 100% de nada feito. Acredite em mim: VOCÊ CONSEGUE!

Você já se perguntou o real motivo de …?

Você já se perguntou o real motivo de …?

Francamente, Você já se perguntou alguma vez qual o real motivo de não ter alcançado uma meta, um objetivo quando não o atingiu?

Por que eu trago esse assunto hoje? Pensei neste tema porque estamos em mais um janeiro, quando as pessoas, já passada as festas, e as que não entraram em férias especialmente, partem para refletir sobre as suas metas do ano novo que se inicia.

Eu, tenho atendido muitos clientes que trazem estas questões, e venho sendo solicitada para estruturar junto com eles os seus planos de metas anual; o famigerado plano de ação!

Começando os trabalhos

Pois bem, aproveitando este cenário, eu resolvi conversar também contigo e trazer este questionamento: quais metas você pensou para este ano de 2017? Já pensou nelas? Ou está pensando em aproveitar aquelas que você não conseguiu realizar no ano anterior? Vale a pena fazer o quê?

Aqui nesta nossa conversa TUDO VALE A PENA! Falando sério, vale a pena tanto pensar em metas novas como metas antigas que você deixou para trás seja por qual motivo foi: esquecimento, perda de motivação, imprevistos, ou de repente achou que não seria capaz de realizar naquele momento e agora se sente renovado para fazer neste novo ano.

Iniciando a investigação

Mas… considerando metas novas ou recauchutadas, uma coisa sinceramente você precisa identificar: como está o seu mindset? Está programado para ser um realizador? Você está mentalmente preparado para realizar o que se propõe? Fazer o que tem de ser feito, um dia de cada vez? Ou percebe que está mantendo aquele veeeelhooooo hábito de postergar as coisas, ou seja, programado para ser um procrastinador?

Pois é, este é o ponto realmente importante neste momento de planejamento e listagem de metas. Porque,  de verdade,  você pode ter um super plano de metas, com 30 ou mais listadas, datas das suas entregas definida, tudinho escrito. Mas se você não mudar sua programação mental, seu mindset, seus comportamentos e atitudes, sinceramente consigo apostar que daqui a 1 ano você terá essa conversa comigo e dirá “putz, Lilah, você tinha razão, deixei algumas (muitas) metas para trás”.

Acredite

Mas olhe, eu de verdade não quero ver você assim. Eu não quero ver você como neste fim de 2016, como vimos uma avalanche de pessoas rezando, seja em qual for a sua fé, pedindo “pelo amor de Deus, acaba ano! Preciso de um novinho em folha!”.

Eu realmente desejo de coração que, ao final de 2017, você tenha realizado sim suas metas, mesmo que sejam apenas 2 ou 3, mas que você tenha levado elas a sério, do início ao fim, e com continuidade. Desejo que aquelas que, por ventura você não tenha alcançado, você se permita ser como as grandes pessoas realizadoras: refletir quais foram os impeditivos para concretizá-las, ajustar sua rota e prazos, e continuar sua jornada.

Recomeçar – O poder de Fazer Diferente e Melhor

Recomeçar – O poder de Fazer Diferente e Melhor

Este é um tema que aflinge muiiitaaaa gente: RECOMEÇAR. Mas por que temos medo de recomeçar? Por que é tão sofrido? Por que precisa ser sofrido? Será mesmo?

Vai Continuar ou Desistir?

Pense bem, se você está num trabalho que você não se identifica, nem com as atividades que realiza, nem com as pessoas da sua equipe ou departamento, muito menos com seu chefe, ou com os valores, trajes, códigos da empresa. Será mesmo que continuar nisso é o melhor caminho?

Ou o contrário, como estamos vendo acontecer com muitos ao nosso redor. Sim, você amava seu trabalho, seus colegas, amava as tarefas e desafios que recebia e se sentia inspirado pelo seu líder. Mas eis que veio a crise e tirou todo esse castelo de princesa ou de rei de você . Você entra em parafuso porque não queria perder tudo isso que parecia perfeito.

OK. Num primeiro momento, sua primeira reação é achar que se abriu uma cratera diante dos seus pés e olhos. Que vai perder tudo, casa, carro, que vai até possar a morar embaixo da ponto (como outro dia ouvi de uma pessoa que compartilhava o Uber comigo no mesmo trajeto).

Ou mesmo de que é o momento de desistir de tudo (e mesmo tirar a própria vida, como assim fez uma outra pessoa estimada minha). Será que é fácil enfrentar tudo isso de forma mais suave?

2 passos para Recomeçar

Como uma pessoa que vivenciou todas estas questões, mas nunca quis tirar a própria vida, por amar viver e ajudar pessoas, eu falo categoricamente que É POSSÍVEL RECOMEÇAR DE FORMA MAIS SERENA.

O 1° passo é ACEITAR omamtra_recomecar_1 desafio que está diante de você. Aceitar que não é infalível, que tem defeitos como todo mundo, para aprimorar e aprender com os próprios erros.

O 2° passo é VIVER UM DIA DE CADA VEZ, aceitando e encarando toda e qualquer surpresa que surja diante de você. Você vai precisar perguntar-se todos os dias : O QUE POSSO FAZER HOJE PARA O SEU MEU DIA SER INCRÍVEL?

Você vai precisar aprender a ESPERAR. Sim e sabe por que? Porque NÃO TEMOS O CONTROLE sobre todos os acontecimentos, porque o universo pode e certamente enviará oportunidades e situações que só com o passar do TEMPO você perceberá que poderão ser muito melhor do que você imaginou e sempre quis pra você e sua família.

Você pode até se perguntar POR QUE TUDO ISSO ESTÁ ACONTECENDO COMIGO? Ok, mas desde que você faça esta pergunta procurando realmente conectar-se com os aprendizados que este momento irá te proporcionar. Você com você mesmo, você X trabalho, Você X família, Você X relacionamento, Você X seus sonhos, e otras cositas mas .

Pergunte-se tudo isso e muitas outras questões (posso ajudar você com muitas delas!). Mas o ponto chave é ESTAR ABERTO, ENTREGUE. Ou seja, aberto ao universo de possibilidades que a vida e o universo pode nos proporcionar. Saber entregar e liberar para o universo cada situação que você viva, cada decisão que você tome, cada proposta comercial, cada entrevista de emprego, cada currículo enviado. Isso porque você tem um certeza muito importante dentro de você: EU ESTOU FAZENDO O QUE TEM DE SER FEITO.

Se você fizer isso que aqui conversamos, tenha certeza que muita coisa já vai começar a mudar, dentro de você, à sua volta. E você passará a ter uma visão ampliada, uma intuição acurada, para captar as oportunidades e tomar as decisões que necessárias forem para seguir na sua jornada.

PERMITA-SE GANHAR COM AS PERDAS

PERMITA-SE GANHAR COM AS PERDAS

Em muitos grupos que fazemos parte, seja de familiares, de amizades, trabalho entre outros, acompanhamos em 2016 muitas perdas em diferentes esferas. Mas a que mais chamou a atenção foi o número de excelentes profissionais com longos anos de casa em diversas empresas que foram desligados.

Isso causou um espanto geral, por se tratar de uma mudança clara de paradigma. Sim, porque até então existia uma crença tão forte de que “os bons sempre permanecerão”, que as pessoas simplesmente não consideravam a hipótese de profissionais competentes e bem posicionados nas organizações viessem um dia a sair, a não ser via aposentadoria.

Mudança de Paradigma

Não, em 2016, esta verdade caiu completamente por terra. Aliás, estas 2 verdades: a 1ª, de que os competentes nunca serão demitidos, e a 2ª de que os grandes talentos só saem do mercado de trabalho quando se aposentam.

Este fato nos permitiu entrar em contato com muitas crenças relacionados ao mercado de trabalho que carregávamos a décadas, se não século, dentro de nosso mindset, como esta de quem é demitido é porque de alguma forma “vacilou” ou “deu motivos para”.

Novo Cenário

Esta lógica definitivamente não cabe mais neste 2016. Quando eu ainda estava na faculdade de psicologia, cursando matérias relacionadas ao mercado de trabalho, nos idos de 1998 e 1999, muitos autores já falavam com convicção, como uma realidade, nas mudanças na relação com o trabalho, como é o caso do Domenico Di Mais e o Nobert Elias. Mas a mim e a meus colegas tudo aquilo parecia tão distante que simplesmente cumpríamos as avaliações considerando as respostas que tais autores apresentavam como tendência para o mercado de trabalho, não necessariamente acreditando ser elas de fato reais.

Enfim, quase 20 anos depois, eis que o que antes era uma tendência virou a mais pura realidade, entrando na casa e na família de cada um de nós, dos nossos amigos, colegas de trabalho, e deixando um rastro de medo, perda, dor, insegurança, instabilidade, entre outros adjetivos.

Oportunidades

Mas, será mesmo tão ruim assim? Será que esta mudança de paradigma não nos sinaliza uma mudança positiva na relação que temos com o trabalho? Quantas pessoas ou mesmo você passou a trabalhar em sistema home-office podendo conciliar trabalho com presença em casa e desfrute dos seus familiares? Quantos de nós identificou oportunidade de abrir um negócio próprio e apropriar-se de sua própria geração de renda e oportunidades? Quantos de nós estamos tendo a oportunidade de atuar em regime flexível de horário de trabalho, respeitando e equilibrando nossas necessidades pessoas e profissionais?

Eu acredito sim que estamos frente a um cenário de muitas oportunidades. De grandes chances de alinhar nossos valores pessoais e identificar nossas reais missões neste mundo, neste planeta e nesta existência. Mas elas só são vistas por aqueles que se permitem ganhar com as perdas que acontecem na sua caminhada. Ganhar inúmeros aprendizados de vida, carreira, nas relações com amigos, familiares, colegas e consigo mesmo, pois milhares de pessoas estão tendo a oportunidade de se reinventarem para permanecerem ativos no mercado de trabalho.

Eu fui uma destas pessoas que já venho me reinventando há pelo menos 6 anos e não me arrependo nenhum pouco! Muitas mudanças radicais me permitiram hoje estar exercendo minha missão e fazendo o que mais amo: ajudar pessoas a encontrar novos caminhos em suas vidas pessoais e profissionais.

Atitude

E você? O que tem feito para se reinventar neste final de 2016? O que tem feito pela sua realização pessoal e profissional? Qual novo sentido tem dado à sua vida e carreira? Qual seu posicionamento hoje no mercado? Está alinhado aos seus valores? Consegue ter clareza da sua missão por aqui?

Pense nisso! Você tem muito a ganhar com as perdas que chegaram para você neste 2016. Identifique-as, alinhe-se, organize-se e parta para ação. Você tem muito a desfrutar neste 2017 que está batendo com 365 novas oportunidades e à sua porta!

O Que Aprendi com as Incertezas

O Que Aprendi com as Incertezas

Você já se deu conta que a vida não nos apresenta outra certeza a não ser de que um dia morreremos? Que ela é cheia de surpresas e indefinições no trajeto? Já parou pra pensar que se todos os eventos fossem pré definidos não teria a menor graça nem emoção?

Incertezas X Vitórias

Sim, porque certamente não existiria frio no barriga, o sabor das suas vitórias, a emoção de partilhar elas com que se ama e deliciosa sensação de ter feito a coisa certa.

Pois é gente, ter certeza absoluta do que acontecerá na sua carreira é algo totalmente utópico. Especialmente porque fazemos parte de um mundo completamente dinâmico, em que pessoas, lugares, coisas e seres são conectados e cada vez mais acessíveis pelos diversos meios e ferramentas tecnológicas.

Eu sei o quanto você ou alguém ao seu lado ( um amigo, parente, namorado(a), irmão(a) )  sofre com a sensação de frustração que vivencia por dar-se conta de que não há garantias dos resultados que você busca para sua carreira.

Incertezas X Aprendizados

Mas e então? Se cada vez mais não podemos ter certeza de onde chegaremos com a nossa carreira, se tomamos as melhores decisões quanto a área de atuação, continuar ou sair do emprego, abrir um negócio, mudar de cidade, país, o que pode ser feito para que angústias, duvidas e ansiedades referente à trajetória profissional sejam cuidadas, tratadas, amenizadas e transformadas? Tem jeito?

Sim, existe jeito. Existem CAMINHOS. Sim porque cada um construirá UMA HISTÓRIA, ÚNICA, PRÓPRIA, A SUA HISTÓRIA.

Você pode sim espelhar-se na trajetória de outros que venceram e são cases de sucesso. Mas o determinante não está no quanto você “copia” estes modelos, na quantidade de livros, filmes, revistas, cursos que você faz e capacita-se. O SEU PODER ESTÁ NO QUE VOCÊ FAZ COM O QUE VIVE E APRENDE. Ou seja, na sua capacidade de transformar tudo aquilo que encontra no seu caminho. Isto é ter um caminho de sucesso no mundo de hoje.

Que tal turbinar o seu caminho agora mesmo?

Você Não Tem Idade Para Se Sentir Fracassado

Você Não Tem Idade Para Se Sentir Fracassado

Sim, começo assim mesmo nosso papo aqui, já afirmando: você não tem idade para se sentir fracassado. E por quê? Simplesmente por alguns motivos importantes para os quais quero chamar sua atenção.

Em 1° lugar, é muito provável que você está numa caminhada profissional há não mais que 15 anos de trajetória. Se você parar para pensar que, na escola, ficamos em torno de 11 anos estudando, sem contar a faculdade e alguma especialização, ter 15 anos de experiência profissional de modo algum é o fim, se você ainda não chegou onde deseja. No máximo, você deve encarar como: “Estou na metade do caminho. Será que é hora de ajustar as velas do meu barco?”

Aí sim, ajustar as velas para ver o quanto já navegou, o quanto saiu ou continua na rota. Verificar se ainda deseja continuar nela, se enjoou, ou se ela não faz mais sentido para você.

Se, de repente, você está cansado dela, quer dar um descanso, fazer uma escala num lugar bacana, recarregar as baterias e depois continuar. Ou mesmo se quer mudar total de roteiro.

Assim é a nossa vida e carreira. Se nós, que somos humanos, podemos mudar e nos transformar a cada acontecimento que vivemos, a cada instante novo, por que nossa jornada não? Por que ela precisa ser unidirecional sempre e pra vida toda? Não faz o menor sentido exigir isso dela, enquanto nós mudamos e ampliamos nossa consciência diariamente.

E então? Está convencido que você, de fato, é muito jovem para se sentir frustrado???

Deixe suas experiências e opiniões nos comentários abaixo. Essa troca é muito rica e importante! E, se tiver dúvidas, seus comentários poderão inspirar o próximo post 😉

Até a próxima!

 

Lilah Kuhn é entrevistada pela revista SIGA

Lilah Kuhn é entrevistada pela revista SIGA

Passando para compartilhar uma alegria imensa que tive esta semana, que foi ser entrevistada pela jornalista Cláudia Rolim para a revista SIGA.

A Cláudia me procurou desejando que eu falasse sobre como o coaching poderia contribuir efetivamente para quem está pensando em fazer um 2017 diferente. Fiquei mega feliz de poder contribuir com meu trabalho para ajudar mais pessoas.

Após agendarmos a entrevista, cheguei em casa e pensei: Como eu posso fazer esta entrevista ser útil efetivamente para o leitor, e não ser simplesmente mais uma entrevista sobre o coaching? Será que consigo que ela tenha uma proposta mais interativa para quem for ler? Será que o leitor poderá sair dessa leitura fazendo algo de imediato que possa mudar, no mínimo, seu dia?

Pois é… E não é que deu certo? Eu fiquei muito feliz com a entrevista da Cláudia porque terminou realmente permitindo que eu trabalhasse em cima de uma das ferramentas de coaching e que eu provocasse uma reflexão que ajude você e quem mais ler a implementar ajustes, ações que o levem para mais próximo do seu “Grande Dia”.

Capa da Revista SIGA

Eu espero que goste e aproveite as dicas que lá estão. Clique aqui para conferir a entrevista na íntegra.

A minha felicidade é ver você se realizar!

Um beijão!

Coach auxilia jovens na escolha da profissão

Coach auxilia jovens na escolha da profissão

Lilah Kuhn realizou entrevista ao blog “Carla & Val” sobre como os pais, familiares e o profissional de coaching podem ajudar os jovens em qual profissão seguir.

Confira abaixo destaques da matéria:

– O trabalho para ajudar na escolha de qual curso seguir deve começar com que idade e quando o aluno estiver em qual fase do ensino?
Eu diria que este trabalho começa com a observação dos pais desde os filhos novinhos, observando as preferências de brincadeiras que as crianças fazem.
As brincadeiras infantis são os primeiros papéis que os seres humanos exercitam de forma lúdica. Se ficarmos atentos, poderemos perceber os primeiros vestígios de escolhas profissionais já aí, assim como comportamento de liderança X subordinação X cooperação, entre outros aspectos. E quanto mais papéis diferentes as crianças exercerem, melhor para que ela tenha condições de perceber através das sensações (gosto, não gosto) aqueles que têm maiores afinidades. Os pais mais atentos poderão ir registrando desde cedo estas escolhas feitas pelos filhos conscientes e inconscientemente.
Espaços lúdicos para crianças exercitarem o papel, como o parque Kidzania, são excelentes formas deles experimentarem de forma lúdica as diferentes profissões.
Acho que as escolas poderiam promover propostas como estas nas atividades extracurriculares.

– Como funciona o trabalho de orientação vocacional feita por um coach?
O trabalho é mais direcionado à orientação vocacional, feito por um profissional da área de psicologia e coach é interessante que aconteça quando o adolescente se encontra ao longo do ensino fundamental, em especial no 7°, 8° e 9°, de forma mais serena e progressiva, participando de simulações e jogos de diferentes profissões, jornadas profissionais para conhecer pessoas que atuam nas diferentes profissões, saber como que funciona o dia a dia de cada uma delas.
O que percebemos é que estas jornadas muitas vezes acontecem no último ano do ensino médio ou mesmo durante a faculdade. Ou seja, fazendo com que quem está nas vésperas do vestibular se sinta pressionado a fazer uma escolha que ele(a) entende ser para toda a vida, e, para aqueles que já estão cursando uma faculdade, correm o risco de perceber que fizeram uma “escolha errada”, deparando-se com a frustração de ter de começar de novo tão cedo, por uma má condução deste processo de autodescoberta.

– Um jovem que está muito confuso com qual caminho seguir como o coaching pode ajudar?
O trabalho de coaching é uma excelente alternativa para jovens que estão neste caminho em busca de escolha de uma profissão.
É uma técnica com início meio e fim, uma jornada de autodescoberta, que convida o jovem a entrar em contato consigo mesmo e reconhecer o que gosta e não gosta de forma consistente e que permita ele tomar decisões de modo seguro e assertivo sobre o seu rumo profissional.

– Para os alunos que estão fazendo cursinho como é o trabalho para ajudá-los?
O coach trabalha utilizando ferramentas de levantamento de perfil comportamental, preferências, organização do tempo, visualização e projeção, assim como outras tantas sempre com focos específicos e direcionando o coach (cliente) para tomada de consciência e ação, de modo que ele possa perceber seu momento de vida, seus valores, reconhecer emoções e gerencia-las para lidar com provas, pressão de familiares, pressão de “ter de passar no vestibular de primeira”.
Costumo trabalhar com um encontro semanal, dentro de um processo de 12 sessões, em que em cada uma delas o jovem é convidado a realizar atividades que o auxiliem na descoberta de suas preferências e daquilo que também não deseja , de modo a já descartar de cara áreas e interesses com os quais não tenha afinidade.

As sessões duram em torno de 1h a 1h30 e sempre tem um objetivo a ser alcançado a cada sessão, que o coloque direcionado a alcançar o seu objetivo principal do processo como o todo. Normalmente eles escolhem como objetivo do processo questões como:
* Como lidar com a ansiedade e tensão pré-avaliações/provas/vestibulares?
* Como lidar com a pressão de familiares durante a escolha profissional?
* Como dividir meu tempo para dar conta de todas as tarefas / estudo e não me sentir perdido com tanta coisa a entregar?
* Vestibular chegando, quais caminhos, experiências, estágios devo procurar ter para me auxiliar na escolha profissional?

Estes são alguns exemplos de questões parte do universo do adolescente em processo de escolha de uma profissão para que, durante o processo, ele saia com caminhos, metas, direcionamento e tarefas, trabalhando, através disso, comprometimento consigo e com o outro, senso responsabilidade, gestão do seu tempo e vivenciar as delícias de ser uma pessoa realizadora.

Confira matéria em: http://bycarlaeval.blogspot.com.br/2016/10/o-que-voce-vai-ser-quando-crescer.html